SER PAI É UMA COMÉDIA…

SER PAI É UMA COMÉDIA…

·         Os pais ficam em uma extremidade do palco e os filhos e demais atores no outro, encontrando-se no centro para o diálogo e voltam aos lugares. Não precisa muitos atores, são piadas pequenas, podem ir se revezando. Deverão usar roupas e acessórios extravagantes, o teatro ficará mais engraçado.

·         O cenário deve ser o mais simples possível para as trocas serem rápidas.

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NARRADOR: Queridos papais! Todos os pais enfrentam momentos difíceis durante a educação dos seus filhos. Às vezes até choram por eles. Mas depois que estas situações passam, é preciso aprender a rir delas. Agora nós queremos fazer vocês rirem bastante, afinal vocês merecem!

 

                      A Idade das Mentiras

 

– Não sei como vou te corrigir deste péssimo costume de dizer mentiras! Eu, quando tinha a tua idade, nunca mentia.
– E que idade tinha quando começou, papai?

                      A Profissão do Pai

 

– Meu pai faz móveis… E o teu pai, o que faz?

– Faz tudo o que a mamãe mandar!

                     Pezinho

– Ô pai, os meninos lá da escola estão rindo de mim, dizem que eu tenho os pés grandes!

– Ôôô, filho isso é mentira, não acredita não! Mas vai tirar os sapatos da garagem que eu preciso guardar o carro!

                      Pior aluno
– Filho, sua professora disse que você é o pior dos 20 alunos da classe!
– Ora, pai, isto podia ser muito pior…
– Como poderia ser pior, menino?
– Ué, a turma podia ter 40 alunos…

                      Filho gago

(Cenário opcional: mesa e cadeira. A médica senta-se).
– Próximo! Boa tarde!

– Boa tarde, doutora! Este é meu filho e tem problema de gagueira.

– E aí, garotão, tudo bem?

– Aaaa… eee.. qqqui ..qui … iii…

– Mas ele sempre gagueja assim?

– Nãããooo… Só quando fala!

                       Ajuda Desnecessária

 

(Cenário: mesa e cadeira. O pai senta-se e o filho chega com caderno).
– Pai… Me ajuda a encontrar o mínimo denominador comum?

– Nossa, ainda não encontraram isso? Estão procurando desde o tempo em que eu estava na escola!

– Eles deviam anunciar no jornal, né?

– Filho, não posso continuar a fazer seu dever. E se a professora descobrir que sou eu quem faz os exercícios de matemática?
– Ela já descobriu, pai! Ontem ela me disse que era impossível eu errar tanto!

– E as suas notas?

– Está igual na Antártida!

– Como assim?

– Tudo abaixo de zero!

                      A troca

 

(O pai assenta-se e lê o jornal. A filha chega.)
– Paizinho, agora que o seu sócio morreu, não podíamos pôr o meu noivo no lugar dele?
– Não sei, não, pra mim tanto faz… Combina isso com a funerária!

                      Ótima estratégia

 

– Pai, preferia que eu quebrasse uma perna ou o seu vidro de perfume?
– Que pergunta esquisita! Claro que preferia que quebrasse o vidro de perfume!
– Então, pode ficar contente, porque não quebrei a perna!

                      O professor

 

(O pai e o filho estão pescando).
– Pai, como os peixes respiram debaixo d’água?
– Sei lá, filho…
– E por que os barcos não afundam, pai?
– Ah, filho… Sei lá…
– Paiê! Por que o céu é azul?
– Hum…  Também não sei, filho…
– Pai… Você fica bravo de eu fazer tanta pergunta?
– Claro que não, filho… Se você não perguntar, nunca vai aprender nada!

                      Chama seu pai

– Filho, cadê seu pai?

– Está lá fora, mãe…

– Chama seu pai pra dentro!

– Paaaaaaiii… (puxando o ar para dentro).

                      Economia

– Pai, eu economizei o dinheiro que você me deu… Corri atrás do ônibus e economizei 2 reais!

E o irmão menor comenta:

– Você é burro, heim! Podia ter corrido atrás do taxi e economizava 15!

                      O filho e o boletim

– Pai, se eu apagar a luz você consegue assinar o seu nome?

– Claro que sim, meu filho.

– Apaga, aí, mano! Então assina aqui o meu boletim da escola…

– Ah! Não! Não apaga que eu quero ver suas notas! Que vergonha, hein, filho! Tomou bomba de novo! Vai repetir o ano duas vezes!
– Mas eu não tenho culpa, o professor é que está me perseguindo! Ele fez as mesmas perguntas do ano passado!

– Que isso, meu filho, suas notas estão péssimas! Na minha época, as notas baixas eram punidas com uma boa surra!
– Concordo, pai! Então a gente pega o professor na saída da escola amanhã!

FIM

·        Os atores voltam ao palco para agradecer os aplausos.

 (Fonte: piadas retiradas da internet e adaptadas para teatro)

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TEM PAI DE TODO JEITO!

TEM PAI DE TODO JEITO!

 

(Para crianças e juniores).

 

NARRADOR: Hoje, no dia dos pais, vamos conhecer alguns tipos de pai.

 Tem pai de todo jeito!

 

TEM PAI EXIGENTE!

(Pai entra. Filho chega com bola e camisa de futebol).

 

– Papai, hoje eu fiz três gols! Detonei!

– O quê? Você só fez três gols no jogo de hoje? Meu filho, você tem que treinar muito pra ir jogar na Itália! Você tem que ficar mais famoso que o Ronaldinho pra garantir minha aposentadoria! (Sai resmungando) Assim não dá… É o meu futuro que está em jogo, não pisa na bola!

 

 

NARRADOR: TEM PAI QUE É CEGO!

(Chega falando ao celular).

 

– O quê?… A minha filha quebrou os óculos da professora? O quê? Xingou e chutou a professora? Não, não, a minha filha é um anjinho! Tchau! É… Não se faz mais professora como antigamente!…

 

 

NARRADOR: TEM PAI PREOCUPADO…

 (Pai chega com papéis, caneta, calculadora, juntamente com a filha).

 

– Ainda falta pagar a água, o aluguel, a padaria, o supermercado, o açougue… Êta povo que come! Ah! Tem que pagar também o telefone, a luz, a escola… Filha, você viu a conta do colégio este mês? Que absurdo!

– Pois é! E olha que eu sou a que menos estuda naquele colégio!

(Suspira) Ai, ai… Pai sofre!…

 

 

NARRADOR: TEM PAI ATLETA!

 (O filho cochila numa cadeira. O pai chega com andar gingado, traje esporte, óculos escuros e skate.)

 

– Júnior, acorda seu preguiçoso! Ta na hora da ginástica! Pra aquecer, vamos subir a Serra e descer de skate. Depois vamos correr 10 quilômetros, se a gente parar, enferruja! Acorda “véi”! (Sai falando). Depois vamos nadar 1 hora… Tem que malhar! Tem que malhar! Vamos!

(Suspira) Ai, ai… Filho sofre!…

 

 

NARRADOR: TEM PAI FOLGADO 

 (Chega arrastando os pés e se esparrama na cadeira. A filha entra depois, o abraça e beija).

 

– Ai… ai… Tô tão cansado… Filha! Traz meu chinelo!  Filha, tira meu sapato!  Agora tira as meias! Agora, faz cosquinha no meu pezinho…  Que menina obediente! Seja sempre assim, cada vez que você é malcriada nasce mais um cabelo branco em mim!
– Puxa vida! Como você é malcriado! Olha o cabelo do vovô!

  

NARRADOR: Tem pai de todo jeito! Tem pai sério e pai palhaço. Tem pai calmo e pai nervoso. Tem pai novo e pai idoso. E tem avô que é um pai. Mas uma coisa todos os pais aqui têm em comum: todo pai é um amigo e quer o melhor para o seu filho. Cada um tem sua maneira de expressar amor, mas hoje são os filhos que querem se expressar:

TODOS: PAPAI, VOCÊ É MEU MELHOR AMIGO! PAPAI, EU TE AMO UM TANTÃO ASSIM!  (abrem os braços).

 

(Leila R. Lança Oliveira)